sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Gregory - o gato

     Minha amiga queria um animalzinho de estimação que fosse, bonito, carinhoso, tranquilo e de bem com a vida. Que lhe fizesse companhia e brincasse com o seu filhinho. Ela me contou parte dessa história outra parte é realmente ficção.

     Bem Mimi, era uma bonita gatinha laranja que um dia engravidou e teve mais de cinco gatinhos. Quando nasceram eram tão pequenos e frágeis, que ela ficava o tempo todo ao lado deles, protegendo, acariciando e dando de mamar.

   Passado sete dias de nascidos os pequenos ainda com os olhinhos fechados (gatinhos demoram para abrir os pequenos olhinhos após o nascimento), tentavam se arrastar perto da mamãe. Mimi ficou cuidando dos pequenos.

   Ninguém podia chegar perto da ninhada!

   Gregory era muito curioso, e logo nas primeiras semanas de vida lá estava ele com a cabecinha erguida tentando abrir os olhinhos.

       Logo todos os filhotes já estavam grandes e brincando com a mamãe de caçar o rabo da mãe, pular e fazer cosquinha.



terça-feira, 27 de agosto de 2013

Vida de cachorro - A feira

        Aos domingos como tradição de nossa família, eu e a Susi levantamos cedo, tomamos um bom café da manhã. Eu pego o carrinho e a coleira e vamos passear e fazer compras na feira. Lá compramos as frutas, verduras e legumes para a semana.

       Como neste domingo estava frio logo pela manhã, acordei  com muita preguiça de sair de casa, pensei vou comprar as frutas e verduras durante a semana no mercado, me  enrolei nas cobertas e demorei  para sair da cama, eram 10h00 da manhã e ainda não havia tomado meu café.

       Assim, que levantei percebi que a Susi me acompanhava com um ar de ansiedade, sentei no sofà e lá estava ela me observando, fui arrumar as camas, e lá estava ela sentada próximo me olhando, na cozinha lavando a louça do café, ela ficou olhando fixamente para a coleira na porta da lavanderia.

       Ela postada em frente a porta da lavanderia com o olhar super fixo na coleira, entendi, ela queria. Passear na feira para rever os amigos caninos e sentir todos os cheiros e perfumes que vem das barracas de hortifrutigranjeiros.


    Bem, fazer o quê? Me arrumei, peguei o carrinho, a carteira, as chaves e a Susi veio correndo atrás para o passeio.

    Caminhar até a feira e dentro dela é muito divertido para nós e para os cães. Para eles é uma satisfação sair de dentro dos minúsculos apartamentos e poderem andar pelas ruas e se sentir selvagens em frente a imensidade de cheiros novos e desconhecidos.


      A Susi ama esses passeios semanais. Na feira de domingo há uma diversidade novidades entre as barracas e a rua.

      Na primeira barraca da feira compramos sempre lindas batatas para fazer purês, maioneses, sopas, etc.       Ao nosso redor sempre passam outros cães, uma mais elegantes e outros mais medrosos.


   
           Olho a Susi e parece que está perplexa com o movimento de pessoas e cães, mas se mantem tranquila em baixo da barraca, no começo da caminhada ela se esquiva de ser atropelada pelos mais diversos carrinhos de feira.



       Mas logo se sente mais solta e tranquila pela rua, observando os outros passeantes caninos, vemos os que como bebês, sentem mais liberdade no colo dos seus donos, onde em posição privilegiada olham do alto com curiosidade para os outros cães que circulam pela rua entre as barracas.


        A próxima barraca que paramos foi esta, com lindos alfaces colhidos logo pela manhã pelo agricultor no seu sitio. O japonês que me atende é muito simpático e me deu de brinde um maço de cebolinhas para eu usar como tempero durante a semana.


         Passamos por um filhote sem raça definida, vulgo um vira lata andando, solto sem dono, sem lar, sem compromisso. A promessa de liberdade a outros cães que estão em suas coleiras acompanhado de seus donos. 


           Senti que a Susi ficou com uma pequena inveja de andar solta pela feira como ele, mau sabe ela que a vida de um cão sem dono é muito ruim nas ruas. A promessa de liberdade da guia tem um ônus difícil de carregar.


     A Barraca de tomates lindos e vermelhos, encontramos uma cachorrinha que parecia ser a "filha" da moça ao meu lado. Ela usava um lindo vestidinho rosa com a coleira combinando, seus olhos estavam sempre voltados para as ações de sua "mãe" humana, ela aguardava tranquilamente a próxima caminhada.

 Ao terminar suas comprar ela disse:
   _ Vamos bebê?
   
   E partiram as duas.


      Durante o passeio, ouvimos ao longe uma música, parecia ser sertaneja as modas antigas que ouvíamos no rádio quando eramos crianças, a feira nos leva ao passado tão facilmente, puxando o carrinho me senti com 10 anos de idade, andando com minha mãe na feira, saudade daquele tempo.

       O velho senhor estava tocando um violão e cantando as modas de viola próximo ao vendedor de alhos.


     Como muitos cães a Susi tem um ouvido muito sensível a sons agudos e quando olhei para ela, o que para mim era música que me fazia voltar ao passado para ela era um sofrimento sem fim, pois procurava se esquivar do barulho sem sucesso.



     Na feira além de verduras e cães também encontramos outras espécies abundantes em Londrina. As pombas.

       Que circulam pelo chão em busca de folhas de verduras ou sementes caídas pelo chão, esses animais atraem muito o olhar dos cães, pois elas podem voar quando eles se aproximam para cheirar.


     Nosso passeio de domingo terminou na barraca de couve-flor, deste ponto voltamos para casa. Para a nova etapa da manhã, fazer um delicioso almoço. Aguardado por todos os membros da família incluindo os caninos....







sábado, 24 de agosto de 2013

Vida de cachorro - A Susi

    Todos nós temos animais de estimação como cães, gatos, papagaios, peixinhos e hamster.

    As vezes me pego pensando, dizemos que temos um amigo em nossas casas, mas o que será que esses pequenos peludos pensam sobre nós e como eles percebem suas vidas.

    Em casa temos uma pequena mestiça e acredito que se ela falasse ela diria:

     - Não acordem a Bia!!! Ela precisa dormir mais um pouquinho. Deixem de ser chatos,  ela não precisa sair de casa com aquele peso absurdo nas costas toda manhã!!! Deixem ela dormir!!!



     - Como está gostoso hoje para ficar em baixo das cobertas, mas se alguém quiser brincar já estou buscando o brinquedo.




      - Joga a bolinha, joga a bolinha, vamos deixa de preguiça, por isso que tá gordo não quer nem brincar de jogar bolinha....



     - Não entendo porque esse povo fica o dia inteiro batendo os dedos e olhando para a tela cinza.

    - Oba! Enfim decidiram brincar, vamos joga que eu pego! Pode jogar que eu pego!!!



       - Olha aqui. Tô trazendo, quero ver se você consegue pegar a minha bola. KKKk


      - Estou carente. Faz carinho.....



    - Sou uma princesa, preciso de muita, mas muita macies para dormir..


As vezes acho que a Susi pensa que é a rainha da casa.  Bem, mas nossas vidas sem ela seria muito chata.



   

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Gatitos

    Ontem resolvi mudar de tema e comecei a desenhar mamíferos em especial os Gatos, utilizeis alguns materiais como canetinhas.

Stabilo


lápis 2B



E grafite integral 6b


       Gosto muito de desenhar animais, o ano passado me dediquei a desenhar e pintar pássaros do Brasil e do mundo. Foi muito divertido aliar a busca pelo conhecimento da diversidade da fauna. Como entender e tentar reproduzir a diversidade de bicos, pés, asas e cores.

        Gatos como um novo tema são muito misteriosos e ao mesmo tempo curiosos.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Observar a vida através do lápis


        Em minha bolsa sempre carrego um pequeno caderno de desenho, lápis 2 e 6 B, herança das aulas com Claudia Rezende artista plástica atuante em Londrina.

        Assim muitas vezes ao passear pela cidade ou mesmo em outras cidades do Brasil, se tenho que esperar um suco quando vejo já estou desenhando ou perscrutando o local com o meu lápis.

      Foi assim no Museu da Harley em Gramado...

 Bancos do Bar 1

   Não consegui ficar sem desenha-los pois eles lembravam os bancos das motocicletas  junto ao balcão estofado vermelho. Eles lembravam um bar de beira de estrada da década de 50 nos EUA.


Bancos do Bar 2

     Haviam diversas motos da Harley espalhadas pelo ambiente, desde a primeira até os modelo utilizados pelas policias no Brasil. Fiquei tão encantada que me sentei em uma das mesas e supri a necessidade de desenha-la. Ainda que com linhas cabeludas....


Moto  detalhe - museu da Harley - Gramado - RS


         Mesmo quando faço minhas caminhadas carrego no bolso do agasalho meu caderno de desenho para caso encontre algo interessante eu possa dedicar alguns minutos.
    
 Assim, outro dia estava caminhando  pelo Lago Igapó me deparei com essas flores, elas eram muito delicadas, eu tinha muito tempo, larguei a caminhada, sentei no banco de madeira e foram os momentos de grande felicidade tentar colocar sobre o papel a delicadeza  dessas belezas da natureza londrinense.

flores 


Livros muito bons

  • Anne de Green Gables
  • Manual do Artista
  • Minha vida na França

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Amamos a Arte e suas diversas manifestações