sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Música



                                                     Silêncio
                                                     Paz
                                                     e Rock

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Gatito


Logo cedo Bela desperta com os ruídos da Gatito.

 


Se levanta e vai bamboleando pela sala até chegar na porta e olhar para o jardim.


Entre as folhas ela vê um minusculo sapinho e logo abaixo quem está?


Gatito todo armado com suas pequenas unhas, para proteger  seu território do grande animal saltador.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Francisco Goya e o sono da humanidade


Na seqüência da Revolução Francesa houve a expansão através das guerras napoleônicas  da nova ideologia racionalista através da força.

A razão deveria tirar a Europa da escuridão das monarquias absolutistas.

A invasão francesa sobre a pobre Espanha, com o ideal de libertar os espanhóis de sua ignorância, trouxe dor e sofrimento para o povo.



Goya em suas gravuras da série Caprichos de 1799, destacamos a obra "O Sono da Razão produz monstros". Uma das cópias desta obra está no Museu de Belas Artes da Argentina.

A obra tão pequena, produzida sobre papel tem uma grande força. Nos alertando que muitas vezes a humanidade se ilude com ideologias e para impo-la como verdade aos semelhantes exageram ao utilizar da força causando muitas mortes e sofrimento a todos.


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Paisagem quem te vê, quem te fez?


          Muitas vezes ao ler  livro ou visitar um site encontramos imagens de paisagens como as de florestas, campos, marítimas, cujos originais haviam sido pintados ou fotografados. Mas quem são os artistas que as produziram? Porque eles as plasmaram? Em que época foram produzidas? e por aí seguem as nossas dúvidas.

             Mas a natureza é a paisagem ou a paisagem é algo separado da natureza? Assim a natureza pode ser registrada em fotografias

(foto de Lucinéia Chamorro, 2015, local Buenos Aires, Argentina)


             León Augustin Lhermitte pintor realista, em sua pintura Les Glaneuses, tem como protagonista da sua paisagem as pobres camponesas francesas recolhendo os grãos de trigo. A luz fria nos dá a sensação de desolação.

(Foto Lucinéia Chamorro, 2015, MNBA, Argentina)


             Ou as paisagens irreais de Eugenio Cuttica com sua Luna a menina translucida se dissolvendo na paisagem que tornou  o espaço do silêncio entre o céu e a terra.

 
(Chamorro, 2015, obra de Cuttica MNBA, Argentina)

                   A muitos séculos os artistas se preocupam em plasmar paisagens enquanto nós apenas as desfrutamos, tornando-as anímicas, trazendo significados emocionais para elas.

                     Bem a natureza é única não tendo começo nem fim, enquanto a paisagem é um produto cultural em que o artista ao vê-la, após uma reflexão decide qual o recorte que ele deseja, ele sente a força na natureza e a absorve completamente e utilizando os materiais que possuí a recria a partir de si mesmo. A paisagem é fruto do seu pensamento e de suas escolhas. Somente o artista pode criar e modelar uma paisagem.

                      Enquanto nós as observamos o trabalho do artista que plasmou a paisagem pintada/fotografada e não a natureza in loco. A partir de suas imagens nos emocionamos.



Livros muito bons

  • Anne de Green Gables
  • Manual do Artista
  • Minha vida na França

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